Posts Tagged ‘eleição’

Lula e Dilma em BH neste sábado, 16

14/10/2010

Neste sábado, 16, junto com o presidente Lula, nossa candidata à presidência participará de uma carreata com saída às 9 horas da Praça do Papa, seguindo pela Avenida Afonso Pena até a Praça Sete. O encerramento será no salão do Hotel Financial, na mesma avenida, número 571, onde Dilma e Lula falarão ao público.

ABRAÇO DA CONTORNO: 13 pontos de concentração

14/10/2010

A concentração será no dia 23, a partir das 10hs. o ABRAÇO será às 12hs

– Praça da Estação (*)
– Contorno com Assis Chateaubriant (Floresta)
– Praça Floriano Peixoto (Sta Efigênia)
– Getúlio Vargas com Contorno ( São Lucas)
– Praça Milton Campos (Afonso Pena)
– Nossa Senhora do Carmo com Contorno
– Getúlio Vargas com Contorno (Savassi)
– Estadual Central
– Raja Gabaglia com Contorno
– Amazonas com Contorno
– Augusto de Lima com Contorno
– Bias Fortes com Contorno (Viaduto Castelo Branco)
– Rodoviária (*)

(*) a concentração desse local se dirigirá para a Av do Contorno alguns minutos antes das 12hs.

ESCOLHA UM PONTO, CHAME SEUS AMIGOS !

Projeto Pensar a Educação Pensar o Brasil? 1822/2022 – Eleições 2010 – Manifesto

14/10/2010

A Equipe do Projeto Pensar a Educação Pensar o Brasil ? 1822/2022 tendo em vista a realização do 2º. turno das eleições presidenciais no Brasil, sente-se no dever de tomar uma posição em relação aos projetos político-sociais em confronto neste momento e apoiar a eleição da candidata Dilma Rousseff para Presidente da República.

Esta nossa decisão, amadurecida nas discussões internas do Projeto, baseia-se no fato de sabermos que mais do que duas candidaturas, estão em confronto pelo menos dois projetos político-culturais diferentes para o Brasil. Acreditamos que a candidatura de Dilma Rousseff representa a continuidade de um projeto que, depois de mais de cinco(05) séculos, vem possibilitando, efetivamente, a inclusão sócio-econômica de milhões de brasileiros e brasileiras.

A Equipe do Projeto bem sabe que várias das ações e das políticas do governo liderado por Lula da Silva, cuja continuidade Dilma Rousseff representa, são passíveis de críticas as mais diversas. Em várias de nossas ações, sobretudo nos Seminários Anuais e no Programa Rádio que mantemos, nós as fazemos publicamente.

No entanto, estas críticas não nos impedem de perceber os enormes avanços deste governo em direção a políticas sociais de efetiva inclusão dos setores populares e nem nos impedem de vislumbrar que uma eventual vitória de José Serra significaria um retrocesso nestas políticas, a exemplo do que foi o governo de Fernando Henrique Cardoso.

Por isso, no que se refere especificamente à nossa área de atuação, a educação, é com tranqüilidade que assumimos como nossas as palavras dos Reitores das Universidades Federais em recente Manifesto de à Nação Brasileira, quando eles afirmam que:

“Da pré-escola ao pós-doutoramento – ciclo completo educacional e acadêmico de formação das pessoas na busca pelo crescimento pessoal e profissional – consideramos que o Brasil encontrou o rumo nos últimos anos, graças a políticas, aumento orçamentário, ações e programas implementados pelo Governo Lula com a participação decisiva e direta de seus ministros, os quais reconhecemos, destacando o nome do Ministro Fernando Haddad.

Aliás, de forma mais ampla, assistimos a um crescimento muito significativo do País em vários domínios: ocorreu a redução marcante da miséria e da pobreza; promoveu-se a inclusão social de milhões de brasileiros, com a geração de empregos e renda; cresceu a autoestima da população, a confiança e a credibilidade internacional, num claro reconhecimento de que este é um País sério, solidário, de paz e de povo trabalhador. Caminhamos a passos
largos para alcançar patamares mais elevados no cenário global, como uma Nação livre e soberana que não se submete aos ditames e aos interesses de países ou organizações estrangeiras.

Este período do Governo Lula ficará registrado na história como aquele em que mais se investiu em educação pública: foram criadas e consolidadas 14 novas universidades federais; institui-se a Universidade Aberta do Brasil; foram construídos mais de 100 campi universitários pelo interior do País; e ocorreu a criação e a ampliação, sem precedentes históricos, de Escolas Técnicas e Institutos Federais. Através do PROUNI, possibilitou-se o acesso
ao ensino superior a mais de 700.000 jovens. Com a implantação do REUNI, estamos recuperando nossas Universidades Federais, de norte a sul e de leste a oeste. No geral, estamos dobrando de tamanho nossas In stituições e
criando milhares de novos cursos, com investimentos crescentes em infraestrutura e contratação, por concurso público, de profissionais qualificados. Essas políticas devem continuar para consolidar os programas
atuais e, inclusive, serem ampliadas no plano Federal, exigindo-se que os Estados e Municípios também cumpram com as suas responsabilidades sociais e constitucionais, colocando a educação como uma prioridade central de seus
governos.

Por tudo isso e na dimensão de nossas responsabilidades enquanto educadores, dirigentes universitários e cidadãos que desejam ver o País continuar avançando sem retrocessos, dirigimo-nos à sociedade brasileira para afirmar,
com convicção, que estamos no rumo certo e que devemos continuar lutando e exigindo dos próximos governantes a continuidade das políticas e investimentos na educação em todos os níveis, assim como na ciência, na
tecnologia e na inovação, de que o Brasil tanto precisa para se inserir, de uma forma ainda mais decisiva, neste mundo contemporâneo em constantes transformações.

Finalizamos este manifesto prestando o nosso reconhecimento e a nossa gratidão ao Presidente Lula por tudo que fez pelo País, em especial, no que se refere às políticas para educação, ciência e tecnologia. Ele também foi incansável em afirmar, sempre, que recurso aplicado em educação não é gasto, mas sim investimento no futuro do País. Foi exemplo, ainda, ao receber em reunião anual, durante os seus 8 anos de mandato, os Reitores das Universidades Federais para debater políticas e ações para o setor, encaminhando soluções concretas, inclusive, relativas à Autonomia Universitária.”

(EDUCAÇÃO – O BRASIL NO RUMO CERTO – Manifesto de Reitores das Universidades Federais à Nação Brasileira out./2010.)

Por todos estes motivos e pelo fato de nosso projeto ter, no centro de suas preocupações, a busca de articulação dos projetos educacionais com os projetos de nação para o Brasil, não poderíamos nos omitir neste momento. Para nós, um dos poucos projetos de efetivo desenvolvimento social, econômico, cultura e educacional colocados em prática no Brasil corre o risco de se ver derrotado justamente por aqueles grupos que, ao longo de nossa história, mobilizando os argumentos mais falaciosos, tudo fizeram para aqui construir uma sociedade injusta, antidemocrática e desigual.

Contra isto nos mobilizamos; a favor da eleição de Dilma Rousseff nos MANIFESTAMOS

Belo Horizonte, outubro de 2010.

Prof. Luciano Mendes de Faria Filho
Faculdade de Educação – UFMG

Prof. Tarcísio Mauro Vago
Escola de Educação Física da UFMG

Coordenadores, em nome de toda a Equipe do Projeto Pensar a Educação, Pensar o Brasil.

www.fae.ufmg.br/pensareducacao

ELEIÇÕES 2010: QUE PROJETO DE SOCIEDADE QUEREMOS E ESTAMOS CONSTRUINDO?

14/10/2010

25 anos após o fim do período ditatorial em nosso país, vivemos em 2010 mais uma eleição para Presidência da República. A Associação Brasileira de Psicologia Social (ABRAPSO), entidade que completa, em 2010, 30 anos, e que nasce comprometida com processos de democratização do país, e, assim, com uma análise crítica da sociedade brasileira, não poderia deixar de se posicionar quanto ao processo eleitoral.

Nos últimos oito anos de governo, pudemos observar que nosso país alcançou crescimentos importantes em diversas áreas da vida social, na busca pela erradicação da miséria e em favor de uma maior redistribuição de renda. O atual governo se coloca diferente dos anteriores, os quais se pautavam apenas em um desenvolvimento econômico, atrelado a receitas internacionais que ignoravam as desigualdades crescentes em nosso país e colocavam em jogo a nossa soberania. Também, no atual governo, foram construídos importantes fóruns de diálogos com os movimentos sociais, por meio de Conferências Temáticas, que possibilitaram tornar visíveis debates sempre marginalizados na sociedade brasileira, garantindo a efetiva participação da população no controle social de políticas públicas. Essas são conquistas fundamentais que não podem ser negligenciadas.

O segundo turno desta eleição foi motivado, sobretudo, por um desejo da sociedade em ampliar o debate sobre projetos de governo que dessem continuidade a essa fase da vida política brasileira. Assim, o desejo é por fortalecer as conquistas democráticas já efetivadas e não para retroceder.

Porém, o que temos observado é o retorno de práticas antigas de disseminar boatos, que, ao invés de ampliarem o debate, objetivam promover efeitos moralistas, que ao invés de convidar ao debate político, estagnam as discussões. Em relação a isto a ABRAPSO posiciona-se veemente contra.

O debate deve ser conduzido aos projetos de sociedade que buscamos construir. Nossa posição é (e sempre foi nos trinta anos de existência da Abrapso!) que construamos uma sociedade comprometida com a ampliação da liberdade de associação e de expressão e que nossos representantes contribuam, não para a moralização da luta por direitos, mas para a politização de demandas democráticas.

Dessa forma, diante do quadro político que emerge neste segundo turno em nosso país, repudiamos e resistimos à tentativa de retroceder as práticas extremamente elitistas e excludentes de governos anteriores. Ao mesmo tempo, nos mantemos comprometidos, junto aos movimentos sociais, a continuarmos no curso de uma sociedade plural e solidária. Não devemos, não podemos e não queremos retroceder!

Recife, 12 de outubro de 2010

ABRAPSO

A Associação Brasileira de Psicologia Social, fundada em julho de 1980, tem atualmente 1.058 sócios, organizados em 41 núcleos e 8 regionais. Informações: www.abrapso.org.br

 

 

Manifesto à Nação

14/10/2010

À NAÇÃO

Em uma democracia nenhum poder é soberano.

Soberano é o povo.

É esse povo – o povo brasileiro – que irá expressou sua vontade soberana no dia 3 de outubro, elegendo 27 Governadores, renovando toda a Câmara de Deputados, Assembléias Legislativas e dois terços do Senado Federal.

Antevendo um desastre eleitoral, setores da oposição têm buscado minimizar sua derrota, desqualificando a vitória que se anuncia dos candidatos da coalizão Para o Brasil Seguir Mudando, encabeçada por Dilma Rousseff.

Em suas manifestações ecoam as campanhas dos anos 50 contra Getúlio Vargas e os argumentos que prepararam o Golpe de 1964. Não faltam críticas ao “populismo”, aos movimentos sociais, que apresentam como “aparelhados pelo Estado”, ou à ameaça de uma “República Sindicalista”, tantas vezes repetida em décadas passadas para justificar aventuras autoritárias.

O Presidente Lula e seu Governo beneficiam-se de ampla aprovação da sociedade brasileira. Inconformados com esse apoio, uma minoria com acesso aos meios, busca desqualificar esse povo, apresentando-o como “ignorante”, “anestesiado” ou “comprado pelas esmolas” dos programas sociais.

Desacostumados com uma sociedade de direitos, confunde-na sempre com uma sociedade de favores e prebendas.

O manto da democracia e do Estado de Direito com o qual pretendem encobrir seu conservadorismo não é capaz de ocultar a plumagem de uma Casa Grande inconformada com a emergência da Senzala na vida social e política do país nos últimos anos. A velha e reacionária UDN reaparece “sob nova direção”.

Em nome da liberdade de imprensa querem suprimir a liberdade de expressão. A imprensa pode criticar, mas não quer ser criticada.
É profundamente anti-democrático – totalitário mesmo – caracterizar qualquer crítica à imprensa como uma ameaça à liberdade de imprensa. Os meios de comunicação exerceram, nestes últimos oito anos, sua atividade sem nenhuma restrição por parte do Governo. Mesmo quando acusaram sem provas.

Ou quando enxovalharam homens e mulheres sem oferecer-lhes direito de resposta. Ou, ainda, quando invadiram a privacidade e a família do próprio Presidente da República.

A oposição está colhendo o que plantou nestes últimos anos. Sua inconformidade com o êxito do Governo Lula, levou-a à perplexidade. Sua incapacidade de oferecer à sociedade brasileira um projeto alternativo de Nação, confinou-a no gueto de um conservadorismo ressentido e arrogante. O Brasil passou por uma grande transformação.

Retomou o crescimento. Distribuiu renda. Conseguiu combinar esses dois processos com a estabilidade macroeconômica e com a redução da vulnerabilidade externa. E – o que é mais importante – fez tudo isso com expansão da democracia e com uma presença soberana no mundo.

Ninguém nos afastará desse caminho. Viva o povo brasileiro.

Leonardo Boff
Maria Conceição Tavares
Oscar Niemeyer
Marilena Chaui
José Luis Fiori
Emir Sader
Theotonio dos Santos
Fernando Morais
Nilcea Freire
Laura Tavares
Walnice Galvão
Eric Nepomuceno
Martha Vianna
Felipe Nepomuceno
Pablo Gentili
Florencia Stubrin
Flavio Aguiar
Renato Guimarães
Ivana Bentes
Vera Niemeyer
Giuseppe Cocco
Sergio Amadeu
Hugo Carvana
Martha Alencar
Carlos Alberto Almeida
Luiz Alberto Gomez de Souza
Ingrid Sarti
Gaudêncio Frigotto
Isa Jinkings
Leila Jinkings
Sidnei Liberal
Sueli Rolnik
Celio Turino
José Gondin
Lejeune Mirhan
Monica Bruckman
Izaias Almada
Clarice Gatto
Fernando Vieira
Rafael Alonso
José Fernando Balby
Breno Altman
Elisabeth Sekulic
Carlos Otavio Reis
Cassio Sader
Tatiana Roque
Monica Rocha
Carlos Augusto Peixoto
Antonio Lancetti
Benjamin Albagli Neto
Geo Brito
Barbara Szaniecki
Henrique Antoun
Francisco de Guimaraens
Mauricio Rocha
Cibele Cittadino
Adriano Pilatti
Marcio Tenambaum
Jô Gondar
Rodrigo Guéron
Paulo Halm
Maria Candida Bordenave
André Fetterman Coutinho
Carlos Eduardo Martins
Lucia Ribeiro
Helder Molina
Elizabeth Serra Oliveira
Isadora Melo Silva
Janes Rodriguez
Claudio Cerri
Gloria Moraes
Peter Pal Pelbart
Mari Helena Lastres
Cecilia Boal
Alexandre Mendes
Mauro Rego Costa
Ana Miranda Batista
Ana Maria Muller
Ronald Duarte
Osmar Coelho Barboza
Joaquim Palhares
Marco Weissheimer
Silvio Lima
Isabella Jinkings
Marcia Aran
Cezar Migliorin
Susana de Castro
Ricardo Rezende Figueira
Eiiana Schueler
Virgilio Roma Filho
Ana Lucia Magalhaes Barros
Maria de Jesus Leite
Marcos Costa Lima
Alberto Rubim
José Cassiolato
Beth Formaggini
Marilia Danny
Fabrício Toledo
Ana Maria Bonjour
Ana Maria Alvarenga de Barros
Marcio Miranda Ferreira
Marcio Pessoa
Marco Nascimento Pereira
Vanessa Santos do Canto
Monica Horta
Ana Maria Muller
Fernanda Reznik Santos
Eliete Ferrer
Felipe Cavalcanti
Francini Lube Guizardi
Rodrigo Pacheco
Edna Krauss
Luis Felipe Bellintani Ribeiro
Rosa Maria Dias
Leneide Duarte-Plon
Licoln de Abreu Penna
Marcelo Saraiva
Francisco Bernardo Karan
Lucy Paixão Linhares
Luiz Carlos de Sousa Santos
Eliana Dessaune Madeira
Lucio Manfredo Lisboa
Isabel Moraes da Costa
Sandra Menna Barreto
Angelo Ricardo de Souza
Roberto Elias Salomão
Angelo Ricardo de Souza
Ricardo Elias Salomão
Eleny Guimarães Teixeira
Elisa Pimentel
Leonora Corsini
Maria Helena Correa
Isis Proença
José Adelio Ramos
Albertita Dornelles Ramos
Deborah Dornelles Ramos
Tamarah Dornelles Ramos
Xavier Cortez
Rodrigo Gueron
Aparecida Martins Paulino
Leonardo Palma
Paulo Roberto Andrade
Urariano Mota
Lea Maria Reis
Ferreira Palmar
Gabriel Rebello
AGFilho
Newton Pimentel
Patricia Ferraz
Pedro Alves Filho
José Antonio Garcia
Afonso Lana Leite
Mariana Rodrigues Pimentel
Jussara Rodrigues Pimentel
Affonso Henriques
Ana Muller
Mario Jakobskind
Fabio Malini
Dayse Marques Souza
Tania Roque
Jussara Ribeiro de Oliveira
Rita de Cassia Matos
Fernando Santoro
Washington Queiroz
Araken Vaz Galvão
Paulo Costa Lima
Carlos Roberto Franke

 

Abraço na Contorno com DILMA!

11/10/2010

Amigas e amigos,

não envio spam, não compartilho correntes por e-mail, nem faço campanha. Mas optei por contribuir voluntariamente nesse abraço coletivo na Av. do Contorno pela Dilma como presidenta do Brasil e resolvi partilhar isso aqui no Bazar21 para que quem vote na Dilma e esteja em Belo Horizonte, participe conosco. Quem não vota, torço para não pôr olho gordo na nossa organização enquanto sociedade civil engajada nesse movimento importante de dar continuidade ao Brasil que a gente precisa.

Agradeço muito quem for sensível a este post e quiser conversar e participar disso, voluntariamente. O movimento de gente como a gente está sendo iniciado aqui: http://contornocomdilma.blogspot.com/ A data do abraço é 23 de outubro e estarei lá. Se eu encontrar algum de vocês, blogueiros, leitores, enfim, ficarei um pouquinho mais feliz.

Deixo meu twitter: @lygiaclark

Abraços e até lá, pelo Brasil, J.